Como o uso da tecnologia em sala de aula pode ajudar alunos a utilizarem menos papel na escola

Imaginar o mundo sem a tecnologia pode ser um desafio. Nas últimas décadas, os avanços tecnológicos, aliados ao progresso científico, contribuíram para modificar o comportamento dos seres humanos. 

Bem como o relacionamento das pessoas com o aprendizado, com as informações e com o consumo de conteúdo. 

Não demorou muito para que a tecnologia ganhasse o espaço das salas de aula. 

Incorporada à metodologias ativas e práticas pedagógicas inovadoras, os recursos tecnológicos permitem ampliar o compartilhamento de conhecimentos, proporcionando novas formas de ensino-aprendizagem. 

De acordo com dados da pesquisa TIC Educação, elaborada pelo Centro de Estudos sobre Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic), 52% das escolas já utilizam os aparelhos celulares em atividades com os alunos. 

Porém, não só dentro de sala a tecnologia se expandiu. Dentro da infraestrutura escolar, também, foi possível perceber quanto os recursos tecnológicos se aprimoraram. 

Entretanto, os exemplos acima são apenas um recorte das inúmeras vantagens da tecnologia nas escolas. 

Neste artigo, vamos abordar como o avanço tecnológico contribuiu para, entre muitas coisas, reduzir o uso de papel e colaborar com ações sustentáveis. 

Tecnologia em sala de aula: quais as vantagens? 

As populares Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), como os dispositivos móveis, softwares de controle, assim como, aplicativos e programas de desenvolvimento, são alvo de inúmeras discussões na sociedade. 

Entre os debates, encontra-se a aplicação das TICs na área educacional, principalmente quando tratamos dos smartphones, tablets e celulares com acesso à internet. 

Em geral, existe um consenso entre educadores e pesquisadores, que consideram benéfico o uso das tecnologias, tanto para estudantes quanto para professores. 

Afinal, é possível pesquisar sobre qualquer assunto rapidamente, apenas com um aparelho em mãos. 

Além disso, a tecnologia promove um ensino mais interativo e imersivo, para que o estudante possa visualizar os estudos, pesquisas e informações em telas multimidiáticas. 

O efeito de tudo isso é a maior ampliação e retenção do conhecimento, ainda mais para a geração que já nasceu no “boom”da internet. 

Imagine usar uma série de controles de temperatura para automação, dentro de um jogo com realidade virtual, para explicar para os alunos como converter Celsius em Fahrenheit? As possibilidades são inúmeras. 

Contudo, mesmo com os avanços da transformação digital, o próprio indivíduo precisa estar disposto a se adaptar. 

De nada vale incentivar o uso de TICs na sala de aula, se os estudantes pouco estão preocupados em compreender a temática e somente utilizam a internet para diversão. 

Portanto, mais do que compreender as vantagens da tecnologia, é necessário repensar os métodos de ensino-aprendizagem, para realmente incorporá-los na escola. 

Sustentabilidade, tecnologia e sala de aula: como se relacionam? 

Fora todos os benefícios para o aprendizado dos alunos, a tecnologia também tem um papel fundamental nas ações sustentáveis. 

Nas escolas, a tecnologia tem ajudado muito na diminuição do uso de papel. Afinal, cadernos, apostilas, blocos de anotações e agendas são artigos de todo material escolar. 

A tecnologia e a redução do papel 

O Brasil alcançou o quarto lugar mundial na produção de papel, chegando a mais de 12,8 milhões de toneladas. Em média, o consumo de papel é de 6 milhões de toneladas por ano. Isso equivale a 40% do lixo seco de uma pessoa. 

Apesar de 100% do papel brasileiro ser fabricado com madeira de reflorestamento, ou seja, com árvores especialmente plantadas para a produção de celulose, sem provocar desmatamento, o processo de fabricação ainda tem impactos na natureza. 

Durante a fabricação de aproximadamente 1 tonelada de papéis corrugados, gasta-se 2 toneladas de madeira (o equivalente a cerca de 15 árvores), 44 a 100 mil litros de água e de 5 a 7,6 mil kilowatts de energia. 

Fora isso, o processo também utiliza componentes químicos, que podem impactar negativamente o meio ambiente. São mais de 18 Kg de poluentes orgânicos descartados nos efluentes e 88 Kg de resíduos sólidos. 

Entre os elementos, destacam-se as fibras, breu (um material insolúvel em água) e celulose (de difícil degradação no meio ambiente). 

Bem como o agente químico de branqueamento do papel, que é altamente prejudicial para o ecossistema aquático, além de poluir o solo e lençóis freáticos. 

Diante desse cenário, percebe-se como a produção de papel impacta na natureza é o quão necessário é pensar formas para reduzir o consumo de papel. 

Uma das formas é aplicar a tecnologia na redução do uso do papel em salas de aula, um dos ambientes que mais utiliza o material e, com isso, contribuir para o desenvolvimento sustentável e a conscientização ambiental. 

Dessa forma, além de ajudar a natureza, a tecnologia é uma forte aliada no compartilhamento de valores cidadãos na escola! 

Exemplos de como usar a tecnologia para reduzir o uso de papel nas escolas 

Todavia, a tecnologia já ajudou muitas empresas a diminuírem impactos ambientais. 

Mas, como incorporar ações desse tipo nas escolas? 

Em primeiro lugar, é preciso considerar alguns aspectos: 

  1. Onde os papéis são usados na escola? 
  1. É realmente possível substituir o papel? 
  1. Todos os alunos serão capazes de usar a tecnologia? 
  1. Os professores são capazes de usar a tecnologia? 

Depois de responder todas as perguntas, pode-se pensar em estratégias para reduzir o número de papel no ambiente escolar. 

Pensando nisso, veja a seguir algumas dicas essenciais. 

Envio de material complementar digitalizado 

Imagine que em uma aula sobre redes de tratamento de água, aplicado em um filtro para piscina pequena, o professor encontrou um texto ótimo, explicando todo o processo, só que o conteúdo estava em um livro impresso, sem reprodução virtual. 

Ao invés de tirar xerox para todos os alunos do material, o professor pode escanear o texto e enviá-los aos alunos em formato digital. 

Assim, os estudantes podem ler o material complementar diretamente nos celulares, tablets, smartphones, notebooks e desktops, reduzindo o uso de papel. 

Se o professor encontrar conteúdos virtuais é melhor ainda! Já que não é preciso nem ao mesmo escanear o material, basta enviá-lo diretamente aos alunos. 

Envio de atividades em plataformas virtuais 

Se a escola tiver recursos possíveis e todos os alunos tiverem acesso à internet, é possível planejar uma plataforma virtual para o envio de atividades complementares. 

Com isso, o aluno não precisa “arrancar” uma folha do caderno para entregar ao professor, ou adquirir outro material impresso. 

Armazenamento de arquivos virtuais 

Além dos alunos, a tecnologia também colabora com o setor administrativo das escolas, pois oferece a possibilidade de escaneamento ou produção de documentos virtuais, dispensando as imensas prateleiras com arquivos impressos. 

Mais do que reduzir o uso do papel e contribuir para o desenvolvimento sustentável, os documentos digitais podem ser alocados em sistemas altamente seguros, que evitam a perda, extravio e outros danos nos arquivos. 

Porém, outra vantagem é a facilidade de acessar informações no banco de dados. 

Sendo assim, com o armazenamento virtual, não é preciso dispender de várias horas para encontrar um documento, visto que grande parte do softwares possui uma biblioteca de arquivos com fácil localização por nome, palavra-chave, assunto, entre outros. 

Incentivo à reciclagem de papel 

No Brasil, apenas 37% do papel consumido é reciclado. Desse total, 80% é destinado à confecção de embalagens, 18% a papéis sanitários e apenas 2% à impressão. 

Sendo assim, a tecnologia pode ajudar a incentivar a reciclagem do papel, por meio de conteúdos interativos, como jogos e atividades lúdicas em ambientes virtuais. 

Portanto, como os  que abordam a necessidade do processo de reciclagem, ensinam crianças e jovens na identificação de lixeiras para coleta seletiva e, ainda, compartilham maneiras caseiras de como reaproveitar o papel. 

Fonte: https://ensinointerativo.com.br/uso-da-tecnologia-em-sala-de-aula-mobiliza-alunos-a-utilizarem-menos-papel/ 

Dicas essenciais para você que quer começar a empreender

Empreender é o desejo de grande parte dos jovens na atualidade, que sonham em ter o próprio negócio. 

De uma maneira geral, seja por necessidade ou por oportunidade, os empreendedores geram lucro com o oferecimento de produtos ou prestação de serviços. 

O empreendedorismo de necessidade ocorre quando o candidato a empreendedor se aventura em um negócio motivado pela falta de opção, devido ao desemprego e escassez de oportunidades de trabalho. 

Já o empreendedorismo de oportunidade, muito menos propenso ao fracasso, tem início com um empreendedor visionário, que sabe bem onde quer chegar com o seu negócio. Por meio de um planejamento, ele prevê todo o crescimento da empresa, visando a geração de lucros, empregos e riquezas. 

Neste sentido, o empreendedor ideal é aquele que transforma o dia a dia das pessoas, facilitando processos e resolvendo as dores e problemas do seu público-alvo. Sobretudo, é quem consegue ter uma boa ideia, planejar e executar, transformando a vida dos clientes, com mais criatividade e liderança. 

Se você se considera uma pessoa diferenciada, com motivação singular e apaixonada pelo que faz, já deu um grande passo para o reconhecimento e admiração como empreendedor. Contudo, não se trata de nascer sabendo fazer alguma coisa e, sim, de se empenhar com dedicação e vontade de crescer. 

Para quem quer começar a empreender e desfrutar as vantagens dessa decisão, algumas dicas podem ser essenciais, principalmente no início. Vamos a elas! 

Empreender, por quê? 

São muitos os caminhos e possibilidades que podem levar à uma carreira de sucesso. Embora o empreendedorismo pareça assustador para muita gente, a criação e manutenção de um negócio tem vantagens como: 

  • Ter a chance de fazer o que gosta
  • Ser seu próprio chefe; 
  • Ter maior domínio sobre o futuro; 
  • O empreendedor se torna um líder. 

Ter a chance de fazer o que gosta 

Um dos pontos mais atraentes para os empreendedores é a possibilidade de fazer o que gosta

Fazer o que gosta é muito importante para que os profissionais se mantenham motivados para o trabalho, o que resulta em maior produtividade e mais crescimento para os negócios.  

A paixão pelo trabalho acompanha o comprometimento e, por isso, o ideal é que os empreendedores invistam em um ramo de atuação que já conhecem e com o qual se identificam. 

Ser seu próprio chefe 

O empreendedor define as suas própria regras de trabalho, assim como as metas e o que será feito para alcançá-las. Por não precisar prestar satisfações para ninguém, o empreendedor tem mais liberdade para as decisões que envolvem o negócio. 

Entretanto, é preciso ter disciplina e foco para não tomar as decisões erradas ou prejudicar o negócio com falta de comprometimento. 

Ter maior domínio sobre o futuro 

Atualmente, é grande a incerteza que os trabalhadores enfrentam, mesmo aqueles que têm cargos de confiança em grandes empresas. Como empreendedor, independente do que aconteça, o foco sempre estará no seu próprio sonho, o que permite maior domínio sobre o futuro. 

O empreendedorismo é bastante guiado pelo instinto dos profissionais. Mas, com um bom planejamento é possível realizar um projeto de curso de áudio, por exemplo, viável e lucrativo, de olho no futuro. 

O empreendedor se torna um líder 

A figura do empresário costuma estar relacionada à uma pessoa que define tendências e tem capacidade de inovar por conta própria. 

O empreendedor se transforma em um líder, porque deve assumir riscos para fazer o seu negócio acontecer ao invés de apenas seguir o fluxo dos acontecimentos ao seu redor. 

Dicas para começar a empreender 

Um dos principais erros dos empreendedores é não estudar o campo de atuação. É preciso analisar quem são os concorrentes, o perfil do público-alvo, perfil desejado para os colaboradores, entre outras questões. 

Os profissionais também precisam se espelhar e aprender com outros empreendedores do mesmo segmento. Além disso, saber vender o seu próprio peixe, construindo uma imagem com boa reputação e credibilidade, é essencial para o sucesso de qualquer negócio. 

Investir em um bom planejamento financeiro também pode ser um diferencial, assim como a elaboração de um plano de negócios. Por meio de boas parcerias, é possível alavancar a empresa e ainda ajudar outros empreendedores. 

Quando as vendas têm início, o empreendedor tem uma chance de experimentar o mercado. Agradar os clientes também é importante, visando a fidelização e as indicações, aumentando a lucratividade e popularidade da empresa. 

Para iniciar essa jornada, alcançando sucesso no setor escolhido, algumas recomendações podem ser de grande valia. São elas: 

1) Ter atitude empreendedora 

O empreendedor precisa ter em mente que deve criar as suas próprias oportunidades e ser persistente. Afinal, o mercado atual é cada dia mais competitivo. Por isso, destaca-se o negócio que estiver mais preparado para contornar todos os problemas que podem surgir pelo caminho. 

2) Prototipar a ideia de negócio 

Antes de executar a ideia, uma dica é realizar um protótipo dos produtos, como um banner para salão, por exemplo. Assim, é possível analisar pontos fortes e o que precisa ser melhorado nos produtos ou serviços que serão oferecidos aos clientes. 

3) Investir no modelo de negócio 

O modelo de negócio está relacionado à forma como a empresa será gerida. O ideal é que o empreendedor invista em um modelo sustentável, permitindo a sua existência por mais tempo. 

4) Fazer um planejamento financeiro 

Para que o empreendimento seja rentável, com bom ROI (Retorno sobre o Investimento), é fundamental um bom planejamento financeiro, incluindo todos os custos do negócio e a perspectiva de retorno. 

Desta forma, o empreendedor consegue saber quanto exatamente precisa investir para fundar uma empresa. 

5) Valorizar os clientes 

A clientela é fundamental para qualquer empreendimento, e deve ser valorizada sempre. Isso ocorre principalmente por meio de um bom atendimento, deixando os clientes satisfeitos com as experiências. Assim, os negócios podem até se mostrar mais rentáveis. 

6) Ter um plano para a evolução do empreendimento 

O crescimento desordenado pode atrapalhar qualquer empresa, mesmo as mais consolidadas no mercado. A evolução dos negócios deve ocorrer de maneira planejada, atentando-se ainda para a sustentabilidade da empresa. 

7) Ter um plano de negócios 

O plano de negócios funciona como um guia para o empreendedor ou empresário, descrevendo todo o negócio e o mercado em que ele se insere. O documento tem o objetivo de analisar a atuação da empresa, além de projetar ações futuras

8) Estudar o mercado 

Um pré-requisito para qualquer negócio de sucesso é uma análise detalhada do mercado em que o empreendedor pretende atuar. Isso envolve um estudo aprofundado do público-alvo da empresa, assim como de concorrentes e fornecedores. 

9) Avaliar a necessidade de financiamento 

Os empréstimos são bastante comuns para os empreendedores que estão começando e não têm como investir nessa fase inicial. Contudo, o empreendedor deve avaliar se realmente é necessário buscar um financiamento. 

Para não passar por apertos no futuro, com dificuldade para quitar as dívidas, é preciso prever essa questão no planejamento financeiro

10) Formalizar o negócio 

A formalização é importante, porque com a documentação em dia o empreendedor pode abrir conta jurídica em agências bancárias, além de participar de concorrências públicas e não ter problemas com possíveis fiscalizações. 

11) Investir em Marketing Digital 

Depois de estruturar bem o empreendimento, a dica é investir em estratégias de Marketing Digital, atraindo mais clientes e conquistando autoridade na internet. Trata-se de uma dica bastante interessante para os empreendedores que estão começando, porque serve para todos os tipos de empresa, independente das dimensões. 

O Marketing Digital é muito mais barato do que o tradicional (com propagandas veiculadas em jornais, TV ou rádios, por exemplo), e apresenta muitas vantagens, como a eficiência, o alcance e a possibilidade de mensurar facilmente os resultados. 

Quem está começando a empreender pode se assustar com uma perspectiva de jornada longa e complicada. Contudo, a maior arma para qualquer jovem empreendedor é a informação.  

Hoje em dia há muitos cursos, formações e especializações que podem auxiliar nesse caminho, trazendo mais clareza e confiança. 

No final, é sempre bom lembrar que todo o trabalho duro será recompensado com um empreendimento rentável e prazeroso de se administrar. 

Fonte: https://ensinointerativo.com.br/dicas-essenciais-para-voce-que-quer-comecar-a-empreender/ 

Diferenças entre ensino regular e ensino profissionalizante

Que existem diferenças entre ensino regular e ensino profissionalizante você já sabe. Mas, consegue identificar quais são elas? E como pode usá-las a favor da sua instituição de ensino?

Se você respondeu “não” a pelo menos uma das perguntas anteriores, este texto é para você! Aprenda, rapidamente, a identificar quais são as principais diferenças entre ensino regular e ensino profissionalizante para aperfeiçoar as estratégias do seu negócio educacional. Vamos lá?!

Quais são as diferenças entre ensino regular e ensino profissionalizante?

Alguns pontos são básicos: tipo de metodologia de ensino, divisão ou não por faixas etárias, sepração por séries e o conteúdo a ser ensinado. Mas, conheça a fundo cada tipo de ensino.

Características do ensino regular

A primeira questão que se deve levar em conta sobre esta modalidade de ensino é a regulamentação, baseada na lei 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases).

É dividida em níveis: educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. Cada uma delas também são divididas por etapas, que são as séries escolares.

Durante sua jornada de aprendizado, o aluno de ensino regular passa muito mais tempo na escola. Cerca de dez anos entre a pré-escola e o fim do ensino médio.

O aprendizado é contínuo e abrange uma gama de assuntos diversos: linguagens, matemática, ciências da natureza e humanas. São os conhecimentos “de base”. Não necessariamente terão uma aplicação prática na vida do aluno, mas são indispensáveis para a formação de cada pessoa, pois embasam todos os demais conhecimentos.

ensino regular tem um método de avaliação de conhecimento que é bastante engessado. A aplicação de provas tem, hoje, o objetivo de verificar se o aluno aprendeu o conteúdo. Porém, em muitos casos, é realizada de forma apenas para cumprir o cronograma pedagógico.

Diferenciais do ensino profissionalizante

Continuando nossa lista de diferenças entre ensino regular e ensino profissionalizante, conheceremos os tipos de ensino profissional do país e suas características.

A educação profissional no Brasil é amparada pela LDB e também conta com dispositivos próprios, como é o caso da lei 11.741/08, que institucionaliza as ações da educação profissional em todo o país.

Normalmente, os cursos profissionalizantes têm curta duração. Variando entre seis meses a dois anos, no máximo. Sendo que são extremamente focados no aprendizado do ofício de uma determinada profissão.

Portanto, sua carga de conteúdos teóricos é muito menor que a do ensino regular. Com grande número de aulas práticas e simulações de acontecimentos reais da vida profissional de cada área.

É comum que os ensinos profissionalizantes no país integrem a tecnologia às suas metodologias. Dando maiores possibilidades ao aluno na hora de simular situações reais do dia a dia e entregando conteúdos complexos de forma simplificada. Conheça mais neste artigo sobre a metodologia interativa.

Também é dividido, como o regular. Porém, a diferença é que sua divisão não é engessada. É mais para perfis diferentes de alunos e visam objetivos profissionais distintos. São de três tipos:

A) Cursos tecnólogos

Os tecnólogos dão ao aluno uma certificação de ensino superior. Porém, sua metodologia foi desenvolvida visando a inserção imediata ao mercado de trabalho. Com menor foco no lado científico, como em um curso superior regular.

A formulação é mista: disciplinas teóricas e práticas bem mescladas, mesmo que o enfoque seja a profissionalização do aluno. A duração de um curso tecnólogo, normalmente, é de dois ou três anos. Eles são regulamentados pelo MEC.

B) Cursos técnicos

Um curso técnico dura, em média, dois anos. Mantendo o foco na prática profissional, traz conteúdos teóricos levemente aprofundados. Eles não são livres. Esta é uma configuração que veremos no próximo tópico.

A diferença é que os cursos técnicos exigem escolaridade mínima (ensino médio). Podendo, portanto, ser integrado ao ensino médio regular ou ser feito após a sua conclusão. Mas, nunca antes dele.

Para funcionarem precisam do aval do MEC e oferecem aos alunos um certificado de conclusão com o selo do Ministério. A formação é técnica, como é o caso de um técnico em enfermagem, técnico em informática, técnico em logística e outros.

C) Cursos livres

Cursos livres profissionalizantes são de curta duração. No máximo, dois anos. E são voltados para assuntos muito específicos, recomendados para quem deseja ingresso imediato no mercado de trabalho. Ou ainda, para quem já está nele e quer se atualizar. Pois, os estudantes aprendem uma determinada profissão ou a manusear alguma ferramenta específica.

Os conteúdos são totalmente voltados para a prática profissional. Por isso, unir tecnologia e aprendizado é extremamente essencial. Dentre todas as opções é a forma mais rápida de ingressar no mercado de trabalho.

Além de tudo isso, não exige pré-requisitos. Por exemplo, um aluno de qualquer etapa de ensino, um idoso que deseja dominar a tecnologia e, ainda, os profissionais que já estejam no mercado de trabalho podem cursar.

Para quem deseja ter um negócio neste ramo é menos burocrático. Cursos livres profissionalizantes não precisam do aval do MEC para funcionarem. Isso não quer dizer que sejam inferiores.

Eles ainda precisam respeitar as diretrizes da educação profissional previstas na legislação própria. E oferecem certificado de formação tanto quanto as outras modalidades.

O melhor é que você, empreendedor da educação, pode usar os diferenciais do ensino profissionalizante a favor do seu negócio, ainda que seja uma escola regular.

Fonte: https://ensinointerativo.com.br/diferencas-entre-ensino-regular-e-ensino-profissionalizante/

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Entenda de vez o sistema de ensino interativo. Vamos lá!

A educação, como um todo, vem se desenvolvendo ao longo dos anos, uma vez que é preciso se modernizar e explorar novos métodos de ensino. Com isso, surge o sistema interativo de ensino.

Considerando os diversos avanços das últimas décadas, fica em evidência que temos muitos recursos diferentes do passado e os alunos precisam de algo a mais do que a tradição escolar para se motivarem.

Você sabe o que é o sistema de ensino interativo? Já ouviu falar? Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto.

Funcionamento do sistema interativo de ensino

O sistema de ensino interativo é uma metodologia que surgiu com a ascensão da tecnologia, colaborando com a formação de alunos em diversos níveis escolares. A aprendizagem acontece na interação entre aluno e computador.

Isso faz com que o aluno possa aprender de forma mais individualizada, podendo avançar no curso dentro de suas especificações e de seu ritmo.

O interessante é que esse não é apenas um método para flexibilizar a vida dos alunos, já que proporciona uma maior facilidade em quesitos de assimilação e retenção de conteúdos e de aprendizagem.

Trata-se de uma metodologia que foca seus processos na assimilação rápida e eficaz de conteúdo, sendo, assim, um sistema que proporciona a interação entre conteúdos e meios de comunicação multimídias.

Principais vantagens do sistema

Para pensarmos as vantagens do sistema de ensino interativo, podemos fazer algumas comparações desta metodologia em relação ao ensino tradicional:

Sistema tradicional de ensino

Este sistema parte de questões mais convencionais, como:

  • horários fixos de aula;
  • o aluno precisa acompanhar o ritmo de toda a turma;
  • o início das aulas é pré-determinado;
  • faltas não podem ser repostas (findando em perda de conteúdo) etc.

Sistema interativo de ensino

Este sistema se opõe ao tradicional e tem os seguintes benefícios:

  • flexibilidade de horários de aula;
  • adaptação às necessidades e possibilidades do aluno;
  • não precisa de período fixo para matrículas e início das aulas;
  • o tempo de estudo pode ser definido pelo aluno;
  • faltar de aula não é prejudicial, o conteúdo acompanha a presença nas aulas;
  • o ensino é personalizado de acordo com a área de estudo;
  • dúvidas são tiradas de forma mais pessoal e individual;
  • os instrutores são treinados para atender a demanda de diferentes categorias.
  • fidelização de alunos

Ingresso mais rápido no mercado de trabalho

Além dos benefícios mencionados, o ensino interativo encurta o tempo de ingresso do aluno no mercado de trabalho. Isso acontece devido a uma série de fatores, sendo o principal deles o fato de que trata-se de um modelo de ensino totalmente baseado nas necessidades do mercado.

Como os cursos que adotam o ensino interativo são focados em áreas distintas — ainda que bastante específicas —, eles são capazes de formar alunos completos, atualizados e especializados, por meio de um método de aprendizagem individualizado que se baseia na lógica, com contextualização do conhecimento e com grande foco na área prática.

Dessa forma, são atendidas de maneira prática e eficiente as demandas do mercado de trabalho atual, que foca cada vez mais a sua captação de talentos em profissionais que se encaixem neste perfil, ou seja, que possuam o devido raciocínio para lidar com as mais diversas situações específicas de cada área, além da compreensão lógica das informações, de modo a tomar sempre as melhores decisões na prática.

Além disso, vale ressaltar que existem determinadas carreiras que não são encontradas facilmente entre as graduações tradicionais — como as focadas na área tecnológica, por exemplo.

As pesquisas comprovam

Os alunos do ensino interativo que possuem amplo conhecimento acerca das novas tecnologias são os mais cogitados para assumirem cargos neste contexto. Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada em 2016 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontou que mais de 90% dos alunos de cursos tecnólogos e de qualificação estão empregados.

E não é só isso: o Portal MEC, em 2015, divulgou que foram realizadas 1,3 milhão de matrículas no ensino profissionalizante no Brasil. Trata-se, também, do resultado de um comportamento do próprio mercado.

Além disso, com o notável crescimento da oferta e procura de cursos de ensino interativo — sobretudo na área de tecnologia — além da mudança de perfil do aluno, que agora busca por cursos mais flexíveis e adaptáveis, o Brasil começa a se equiparar à Europa, ao Canadá e aos Estados Unidos, por exemplo, onde os cursos de formação de duração mais curta que a tradicional já somam mais de 50% dos alunos matriculados.

Sendo assim, ficou fácil perceber que os profissionais formados nessas modalidades têm grandes chances de conseguirem ótimos empregos, não é mesmo? Desta forma, para aqueles que já possuem um plano de carreira traçado, mas precisam da devida certificação para conseguirem um emprego melhor ou até mesmo uma promoção, os cursos profissionalizantes de menor duração e de ensino interativo são, sem sombra de dúvidas, uma boa opção.

O mercado mudou

Como você pôde perceber no tópico anterior, o mercado definitivamente se tornou mais dinâmico de uns anos para cá.

Isto é, em grande parte, resultado de um processo de especialização das profissões e também de diversificação das áreas de atuação. Para ilustrar melhor, não se pensava há um tempo em um profissional de design de multimídia ou de marketing digital, não é mesmo? Atualmente, tratam-se de áreas que não só possuem alta demanda, como são essenciais para o bom funcionamento de uma empresa.

Com tudo isso, diversificaram-se também as opções de trabalho.

A consequência é a mesma que já citamos neste artigo: os alunos que buscam formação em cursos tecnólogos, profissionalizantes e de qualificação — sobretudo do ensino interativo — encontram cada vez mais o seu espaço no mercado de trabalho, que agora é mais dinâmico e possui lugar para profissionais especialistas e de diferentes formações.

Aprendizado focado na lógica

Desenvolver o raciocínio do aluno envolve mais que passar um conteúdo e esperar que ele assimile aquilo que está sendo oferecido. É preciso trabalhar a capacidade deles de entenderem os assuntos e realmente apresentarem resultados de aprendizado.

O processo de desenvolvimento de aprendizagem precisa de métodos em que seus conhecimentos sejam testados a todo momento. Por exemplo, o que foi ensinado em uma aula anterior deve ser retomado de forma mais sucinta na aula seguinte.

O sistema de ensino interativo é uma oportunidade de otimizar o aprendizado de conteúdos complexos, pois reduz o tempo de assimilação de conteúdos por meio da lógica.

Papel decisivo do computador

O ensino interativo tem, em seu método, uma base que integra tecnologia e conteúdo. O aprendizado é estimulado por meio de multimídias que trazem, para o ambiente escolar, recursos que tornam as aulas mais interessantes.

Textos, áudios, imagens e animações são projetados de forma interativa, proporcionando à instituição uma maior adaptação dos alunos com formas mais divertidas e eficazes de aprendizado.

O computador tem um papel muito importante no sistema de ensino interativo, pois, além de proporcionar uma adesão da instituição às vantagens do uso da tecnologia, ele também é uma ferramenta que faz com que os conteúdos para o ensino possam ser desenvolvidos de maneira a solucionar diferentes problemas do setor educacional.

Como você pôde perceber, o ensino profissionalizante está em forte crescimento!

Fonte: https://ensinointerativo.com.br/entenda-sistema-interativo-ensino/

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LIDERANÇA E EMPREENDEDORISMO: QUAL A RELAÇÃO?


Liderança

Um bom líder sabe conquistar o respeito da equipe e um bom empreendedor sabe identificar oportunidades e transformá-las em uma organização lucrativa.

O líder é aquele que tem a capacidade de administrar pessoas e equipes de personalidades diferentes e gerenciá-las, mobilizando-as para objetivos comuns.

Em uma definição mais simples, liderar é comunicar as pessoas seu valor e potencial de forma tão clara, tão forte em que elas acabem por vê-los em si mesmas e que seja capaz de se colocar em movimento sentido parte do processo de ver, fazer e tornam-se capazes.

Uma grande qualidade de um líder eficaz é saber conquistar o respeito da equipe através da influência não pela sua posição e sim pela sensibilidade do que é direito e justo. O estilo de liderança segundo o qual todos são tratados de forma justa e igual sempre cria uma sensação de segurança. Isso é extremamente construtivo e um grande fator de nivelamento no ambiente de trabalho.

Um bom empreendedor sabe identificar oportunidades

Empreendedor por sua vez, é aquele que toma a iniciativa de empreender, de ter um negócio próprio. É aquele que sabe identificar as oportunidades e transformá-las em uma organização lucrativa. O empreendedor é aquele indivíduo que é criativo, inovador, arrojado, que estabelece estratégias que vão delinear seu futuro.

Ele sabe determinar quais e como seus produtos ou serviços serão colocados no mercado, estabelecendo metas, iniciando projetos, controlando resultados, visualizando e buscando o sucesso de seu empreendimento. Seja na área digital, empresarial, comercial, social, ou qualquer outra, o empreendedor acaba se tornando um líder, pois para atuar no mercado com uma atividade própria, é necessário desenvolver as habilidades de liderança, como empatia, persuasão, autoconfiança, aprender a dar e receber feedbacks, ser o exemplo, dentre muitas outras.

Empreendedorismo significa empreender, resolver um problema ou situação complicada. É um termo muito usado no âmbito empresarial e, muitas vezes, está relacionado com a criação de empresas ou produtos novos. Empreender é também agregar valor, saber identificar oportunidades e transformá-las em um negócio lucrativo.

O empreendedorismo é essencial nas sociedades, pois é através dele que as empresas buscam a inovação e preocupam-se em transformar conhecimentos em novos produtos.
Ser um empreendedor de sucesso é acreditar na sua capacidade de liderança, é estar motivado, ter capacidade de planejar em longo prazo e maximizar seu desempenho no curto prazo.

O bom empreendedor é aquele que analisa, identifica, define, decide e monitora o desempenho do seu negócio. É aquele que descobre armadilhas e que acaba por implementar novos rumos em busca de resultados eficazes. Pois de fato, ninguém deseja ser liderado por uma pessoa que não tenha coragem e autoconfiança.

Líder e empreendedor devem agir igualmente

Da mesma forma que o líder, o empreendedor tem que fazer com que todos seus liderados ou funcionários, entendam a importância do impacto de suas próprias ações no desenvolvimento da empresa e quanto isso possui de importância para seu desenvolvimento pessoal.

Em suma, para ambas as posições, é conscientizar e motivar sem ser autoritário, conseguindo o que se precisa, mas, contribuindo para o crescimento da empresa, do funcionário e de si próprio. Contudo, Empreendedorismo e liderança estão realmente relacionados, porém, também possuem suas particularidades, referentes a aspectos voltados ao gerenciamento.

O líder possui uma posição de muita responsabilidade dentro da organização, sua habilidade de solucionar problemas gerenciais e influenciar pessoas faz a diferença para o desenvolvimento que a empresa precisa para crescer. Contudo, possui algumas limitações em razão do cargo que ocupa e da política organizacional.

Fonte: slacoaching.com.br

Por mais que ele enxergue claramente a solução para determinadas questões, só poderá colocar em prática com o aval de um superior direto que por vezes é o empreendedor. Já empreendedor erra bastante em relação ao líder, porque não tem medo e é ousado, mesmo enxergando os riscos vai enfrente mais rapidamente e quando erra, age o mais rápido possível para tentar solucionar a situação, e vem daí sua qualidade de solucionar problemas rápidos.

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